... ainda em Woodburry
todo metido, com o pijama novo!
Compramos essa "sling" faz tempo e só ontem comecei a usar. Antes ficava grande pro Max.
Thursday, October 2, 2008
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cintia
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1:40 PM
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... na sequência...
O Mauro deixou a gente no hotel e foi trabalhar. Cheguei morrendo de fome, pedi um cheeseburger com fritas que, apesar de delicioso, decretou o fim da minha adolescência. Eu sei que tava na hora mas é muito triste quando você não consegue saborear apropriadamente 1500 calorias distribuídas em 8 oz de carne em forma de hamburger que, um dia, já te deu tanta alegria. Mas é isso. Coisas da vida.
Era mais de meia noite quando o Mauro chegou do show e, claro, o Max já tava dormindo no bercinho do hotel, cheio de toalha pra protegê-lo de se machucar ou congelar no gelado do ferro.
De manhã saímos, tomamos um breakfast com o melhor brownie de chocolate do mundo e fomos pra Woodburry, paraíso das compras da brasileiradas. Meu Deus! Como tem brasileiro naquele lugar. Eu bem quietinha, pra ninguém me reconhecer. Brasileiro tem mania de querer ficar "amigo" quando encontra alguém da mesma nacionalidade em outra país. Eu, que já não sou muito dada a fazer amigos que eu estou a fim de fazer, imagina assim... do nada.
As compras foram ótimas, consegui comprar um monte de blusinhas, um pijaminha lindo, uma calça fofa e mais umas pecinhas pro Max, tudo de manga comprida, exatamente como eu queria. Gastamos super pouco, o que é sempre muito bom.
De Woodburry viemos pra casa e ainda chegamos alguns minutos antes do horário do banho do Max.
O resto é sexo, drogas e rock and roll... não disse que ia ter tudo isso nos posts de hoje?
roupinha que o Max ganhou de presente do Gerard, amigo muito querido do Mauro. Também dele (e da namorada), o Max ganhou um moletom marrom, de capuz, muito lindo.
Primeiro "passeio" de carrinho, em Woodburry.
Não é muito lindo esse bebê?
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cintia
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1:34 PM
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A viagem e a chegada em NY
Fizemos uma viagem tranquila apesar do meu medo que me fez reparar nos inúmeros cinco (?) carros parados por policiais no caminho. Parece aquela coisa que persegue a gente quando ficamos obcecados. Que mulher não viu zilhões de bebês, revistas de bebês, mamães passeando com seus rebentos no momento em que pensou (e não queria, é claro) que estava grávida? Pois é...
Saímos de casa eram 9h, cheguei em NY às 16h. Tempo ridiculamente longo. O normal é fazermos o mesmo percurso, quando o marido tá dirigindo, em 3 horas e meia. Mas, fora a parada pra deixar os cachorros, foi a chuva e o medo da polícia que me fizeram ir bem devaraginho. O Max também chorou algumas vezes e, sempre que pude, parei, desci com ele. O momento mais chato foi mesmo a chegada em Manhattan. Tava um trânsito terrível e demoramos um tempão pra chegar onde estava o marido.
... depois continuo que o filho pede minha atenção...
Hotel Holiday Inn. Já fiquei em vários hotéis dessa rede. Gostei de alguns, detestei outros tantos. Esse eu gostei. A localização só que não me agrada, pertinho da Canal Street (Chinatown). Mesmo pra alguém que gosta de uma comprinha como eu... não me anima.
Cururu que o Max ganhou, veio junto com o bercinho... não é a cara um do outro? :)
No berço... não entendo o berço assim, todo de ferro pra um bebê, a impressão que eu tenho é que ele vai acabar se machucando, batendo, sei lá. Mas todo hotel tem o mesmo berço. Acabo pegando várias toalhas e fazendo uma proteção em volta. Claro que acabo trocando uma paranóia por outra. Morro de medo dele se sufocar com a cara embaixo das toalhas...
Papai sai pro trabalho e a gente fica na maior farra, na cama do nosso quarto no hotel.
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cintia
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10:39 AM
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Só pra começar...
Tirei essas fotos um dia depois do meu computador dar problema. Ainda vou fazer um "diário" de fotos desses dias, do hotel em NY, de Woodburry onde compramos umas roupinhas pro Max e novas aqui de casa também. Mais tarde faço isso. Aguardem.
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cintia
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8:20 AM
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Wednesday, October 1, 2008
... habemos computador...
Amanhã prometo fotos novas, notícias, sexo, drogas e muito rock and roll... :)
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cintia
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7:59 PM
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Monday, September 29, 2008
... o fim da contagem
Como já falei, meu computador está com problema. Minhas fotos estão todas lá e a contagem regressiva ficou prejudicada, não tive a oportunidade de fazer as fotos que eu queria. O final, no sábado, seria o dia que eu e o Max nos encontramos com o Mauro, juntos de novo, em Nova York. Bom, pelo menos agora todo mundo sabe. Fico devendo uma foto da família que vai ficar bem grudadinha, de novo, até a próxima viagem do marido, programada pra daqui duas semanas. snif!
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cintia
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8:46 PM
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Friday, September 26, 2008
Thursday, September 25, 2008
Wednesday, September 24, 2008
A crise em pauta
Tô com problema no meu computador e, desde hoje cedo, estou operando no "safe mode". A situação vai ficar assim até o marido voltar e dar um jeito. Saco. Mesmo assim, não me contive em comentar o pronunciamento acabado agora pouco do presidente Bush. Como é que nesse momento de crise, tão delicado, agravado pela disputa acirrada entre o candidato republicano e democrata, e pra piorar a situação, uma mula como o Bush filho, consegue levar uma mensagem tão esclarecedora? Claro que meu inglês não ajuda muito, e talvez por isso tenha ficado tão bem impressionada. Mas fico imaginando numa situação semelhante a essa no Brasil. Sem dúvida, teríamos mais um discurso vazio. Bush tinha as respostas pras perguntas que tenho lido nos NYT, Washington Post, Time da vida. Não tenho entendimento econômico pra saber se a resposta foi satisfatória mas sei que ele respondeu, com sinceridade, colocando a situação de forma clara e sem esconder o risco que hoje o povo americano corre. Sem rodeios disse que as medidas que serão tomadas doem hoje mas garantem o futuro do país. Disse que democratas e republicanos estão unidos pra resolver o problema e, mesmo que no início do pronunciamento tenha deixado claro que a crise tem início com medidas tomadas há mais de uma década (quis dizer lá no governo democrata, claro)não negou e nem se estendeu no jogo da culpa. Larry King que entrou ao vivo logo após o pronunciamento, reprisou a entrevista que Clinton deu ontem à ele. O ex-presidente também só falou em unir esforços pra por um fim a crise, também sem culpar os republicanos. A ordem agora é arrumar a casa. Fiquei muito impressionada com a consciência, com a bola sendo jogada pra frente, mirando o gol.
Tem debate sexta-feira, o primeiro entre McCain e Obama. O assunto deve render bastante, vamos ver se o comportamento dos candidatos corresponde aos seus pares de partido. Tomara, foi um prazer inédito pra mim, assistir políticos com cara de preocupado, falando a verdade, sem floreios, sem dizer que tudo está ou ficará bem. Viva a verdade e God bless America... :)
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cintia
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9:21 PM
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Tuesday, September 23, 2008
Pastel de forno
Acabei de fazer... não é maravilhoso mas pra quem tava a fim de comer um salgado, até que quebrou o galho...
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cintia
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1:34 PM
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Monday, September 22, 2008
Bochechão
Um traço muito marcante do Max são as bochechas. Todo mundo sempre tem um comentário sobre elas que realmente são grandes e bem rosinhas. Maior cara de saúde mesmo. Não sei se em todas as fotos, mas essa em particular se vê bem a cor da bochecha dele. Tá sempre assim... :) Lindo!
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cintia
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10:46 PM
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Parabéns tia Gi...
Hoje é aniversário da minha irmã, 35 aninhos! Idade linda que eu adorei, talvez por ter sido o ano que conheci meu marido e que minha vida deu uma guinada tão positiva, fiquei com essa boa impressão dos 35.
Feliz aniversário Fia, tenha sempre uma vida linda. Beijos!
Cintia, Mauro e Max...
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cintia
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1:34 PM
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Sunday, September 21, 2008
Saturday, September 20, 2008
Noggin
Baby,
A primeira foto eu fiz assim que nosso querido Moose A Moose anunciava: "it's puzzle time"... ele tava olhando sério pra tv, quando escutou começou a rir. E a segunda foi o jeito que ele ficou durante todo aquele "blues" que o Moose canta, sabe? Como ele gosta, incrível...
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cintia
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6:04 PM
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Friday, September 19, 2008
Thursday, September 18, 2008
Weird...
Não mexi nada nessa foto... saiu assim, da câmera. Não é estranho? As fotos da sequência (anteriores e posteriores) são normais, coloridas. Só essa que ficou assim. Não entendi. Mas adorei, achei que ficou lindo.
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cintia
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10:26 PM
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Sopinha boa
Mãe,
Dessa vez eu que vou te ensinar. Acabei de fazer uma sopa de grão de bico com alho poró que ficou uma delícia. Anota aí:
- 300 gr de grão de bico
- 3 batatas médias, cortadas em cubos
- 6 talos de alho poró cortado em rodelas finas
- 2 dentes de alho cortado em fatias bem finas
- 1 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 colher de sopa de manteiga
- 850 ml de caldo de galinha
Deixar o grão de bico de molho de um dia pro outro. Escorrer e lavar os grãos. Cozinhar o grão de bico com as batatas até que fiquem macios. Escorrer e reservar. Numa panela grande derreta o azeite e a manteiga, junte o alho poró e o alho, deixe no fogo baixo e cozinhe até que o alho poró fique macio. Junte o grão de bico e as batatas e refogue por um minuto. Depois de refogado, coloque o caldo de galinha e cozinhe por 15 minutos. Essa era a receita. Como gosto da sopa um pouco mais grossa, eu bati no liquidificador mais ou menos metade dessa sopa, juntei e deixei cozinhando mais uns 10 minutos.
Mãe, ficou muito, muito bom. Tem que experimentar.
ah! pode fazer o grão de bico e as batatas na panela de pressão também, se tiver esquecido de deixar de molho. É que eu morro de medo, só arrisco usar quando o Mauro está em casa... :)
eu ia fazer foto, mas não encontrava a câmera e a fome falou mais alto.
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cintia
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4:26 PM
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infinitos minutos sem meu filho e o marido em Chicago
Fui ao dentista hoje. Saí de casa já achando que estava atrasada. Pontual que sou, estava com tudo pronto - diaper bag arrumada, lá fora limpo dos cocôs e xixis noturnos da Tu e Negrus - quando resolvi dar uma verificada na fralda do Max. Tava cheirando esquisito. Era o que eu temia: um cocô explosivo (essa só eu e marido conhecemos, prometo a história pra um outro momento). Limpar a explosão é tarefa que exige:
01 - ser a mãe da criança - só a mãe, acreditem SÓ a mãe faz esse serviço
02 - tempo
03 - banho
Os dois ítens últimos eu tinha certeza que me atrasariam pro dentista. Não aconteceu. Estava marcada para às 10h10. Eram 10h06 quando estacionei o carro.
Chegamos, o Max dormia no carseat, tranquilo. Claro que eu dizer oi pra recepcionista foi suficiente pra ele arregalar os olhos, assustados, sem entender onde a gente tinha parado.
Ao contrário do habitual, fui prontamente atendida. O Max no carseat observando tudo, e também diferente de ontem, no maior bom humor: dando risada, falando. A assistente da dentista me indicou onde eu poderia deixá-lo, no chão bem à minha frente.
Tava tudo indo super bem, as meninas do consultório já conhecem o Max e de vez em quando iam até ali, brincavam com ele, davam brinquedinhos. Até que vem a recepcionista e me pergunta se ela poderia tirá-lo um pouco dali. Dois milésimos de segundo depois do meu enfático e, na medida do possível, sorridente "sure you can", me arrependi. Queria meu filho desesperadamente ali, na minha frente.
Lembrei que a assistente havia errado o nome da recepcionista que saiu carregando o Max e se desculpou dizendo que ela ainda iria aprender. Era o quarto dia de trabalho dela. Eu, a mãe mais relapsa do mundo, tinha acabado de entregar meu filho pra uma mulher de nome ainda desconhecido de todos os funcionários do consultório. Tentei fixar na minha memória as características físicas dela, prevendo que poderia ter que fazer um retrato falado na polícia - aproximadamente 1,70, meio gordinha, rosto oval, loira, pele estragada de acne na adolescência, um sorriso pequeno de dentes também pequenos. E os olhos? Ai, ai... não saberia dizer se eram azuis, verdes ou castanhos. Sabia que ela é nascida em North Dakota (ou não?!?!?!) e tinha passado parte da adolescência em Michigan. Na verdade, disse pra mim, ser uma pessoa do mundo que gostava de se mudar.
Pra piorar, no meio da minha angústia, com um tom meio sádico - sim foi sádico, eu tenho certeza - a dentista me solta a seguinte frase:
- Acho que ele gostou dela... tá quietinho.
É, pensei, quietinho demais.
Foram os, sei lá, 5 minutos mais demorados da minha neurótica existência. Por fim, escuto a voz anasalada dela, chegando pelo corredor, com os passos firmes e meio pesados de quem carrega um bebê (ufa, pensei, ela tem um bebê no colo e as chances de serem o meu, definitivamente são grandes). Em seguida, ergui a cabeça o quanto pude - sem querer atrapalhar o trabalho da dentista - e vi o Max, são e salvo das garras da louca loira que por pouco, muito pouco, não levou meu filho pra sempre de mim.
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cintia
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3:40 PM
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